Conceito

Acredito que a SAÚDE depende de quatro pilares essenciais: alimentação de qualidade, actividade física adequada, uma boa higiene de sono, e estabilidade emocional. Quando um elemento desta quadra está desregulado, gera-se um desequilíbrio, que se chama DOENÇA.

O excesso de peso não é mais do que um sinal do nosso corpo, que nos revela esse desequilíbrio. A obstipação, a fadiga geral, cansaço ao acordar, dificuldade em adormecer, irritabilidade, enxaquecas, tensão pré-menstrual e desregulações do ciclo menstrual, acne e problemas de pele, azia e refluxo, gastrite, sensação de enfartamento, dores articulares e musculares, fibromialgia, infecções urinárias, sinusite, alergias, constipações... Tudo isto são sinais de que existe um desequilíbrio.

Assim, se queremos mais SAÚDE, devemos reequilibrar os nossos pilares, procurando o que está a causar esse mesmo desequilíbrio.

E não é tão difícil assim, quando encontramos o caminho certo!

Da mesma forma que é possível identificar os alimentos que não nos fazem bem, que inflamam e acidificam o nosso organismo, e que por isso devemos procurar evita-los no nosso dia-a-dia, também existem alimentos que ajudam a que o corpo realize a própria depuração e "desintoxicação", como os brócolos, o abacate, os frutos vermelhos, o peixe gordo, o gengibre e a curcumina.

Por esta razão, na Consulta de Nutrição é feito um levantamento exaustivo de toda a história clínica do paciente, recuando no tempo mesmo até ao período pré-natal, uma vez que a própria alimentação da mãe enquanto grávida, a possibilidade de stress durante a gravidez ou o tipo de parto poderá estar na origem de várias situações patológicas inflamatórias do indivíduo. Todos os sintomas e queixas, assim como sinais de deficiência nutricional, são identificados. Verifico as análises clínicas em pormenor, por forma a entender as causas que levam a possíveis alterações, enquadrando com os sintomas descritos. Considero importante encontrarmos a causa por trás dos sintomas, por forma a resolver realmente o problema. É também tido em conta o estilo de vida e hábitos do indivíduo, sendo posteriormente desenhado um plano alimentar em conjunto com ele, por forma a que seja exequível e que vá de encontro aos objectivos.

Pretendo oferecer as ferramentas e ensinar tudo o que sei, para que o paciente se torne autónomo e responsável nas suas escolhas alimentares.

Procuro, ao elaborar o plano alimentar, não só ter em conta o objectivo em termos de peso, mas principalmente restaurar a saúde, a todos os níveis. Cada nutriente que ingerimos tem uma determinada actividade, que pode ser benéfica ou prejudicial à nossa saúde, e a escolha está nas nossas mãos.